Our Life With George: How Clooney Evolved From Entrenched Bachelor To Happy Husband Before Our Eyes

by HFPA June 20, 2015

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Over two decades and 25 interviews we followed George Clooney’s journey from struggling actor to major superstar and humanitarian. And saw the joyous demise of his “I’ll never marry again” plans. Quando, em janeiro deste ano, no coquetel em que celbramos o prêmio Cecil B. deMille 2014, demos de cara com um George Clooney muito casado e muitíssimo feliz, quase não pudemos acreditar. Afinal, há quase 20 anos viemos seguindo a vida e a carreira do nosso escolhido de 2014, e o tema “não vou me casar nunca” sempre foi uma constante. Quando o entrevistamos pela primeira vez, em dezembro de 1996, ele era um solteiro convicto de 35 anos com um porquinho chamado Max como animal de estimação e uma agenda superlotada e um tanto desconfortável. “Eu trabalho segunda, terça, quarta e quinta (na série) ER e na sexta, sábado e domingo eu sou o Batman (no filme Batman & Robin, de Joel Schumacher, 1997”, ele nos contou. “E estou em todas as cenas. Então…tenho que ir em frente! E a roupa de Batman é péssima. Super desconfortável. Sabe de uma coisa? Val (Kilmer) e Michael (Keaton) deviam ter me avisado!” Clooney tinha acabado de lançar seus dois primeiros longas de peso – Um Drinque no Inferno, de Robert Rodriguez, e Um Dia Especial, de Michael Hoffman – mas ainda era um residente em tempo integral do hospital de Cook County, na TV. Depois de cinco anos casado com a atriz Talia Balsam, ele estava solteiro há uns dois anos. E parecia absolutamente determinado a ficar assim. Comprara uma casa – que tem até hoje- no bairro de Studio City, nas colinas de Hollywood, namorava uma estrela francesa de reality show, Céline Balitran, e, quando tinha tempo livre, ele se dedicava com entusiasmo à vida de solteiro. “Eu tenho um monte de motocicletas e vivo andando com elas pelas colinas de Hollywood”, ele nos contou. “Aos domingos meus amigos vão lá pra casa. Tenho sempre um churrasco aos domingos. Os amigos chegam cedo e jogamos basquete, depois caímos na piscina ou jogamos tênis ou saímos e vamos correr atrás dos paparazzi. Sabe como é, esportes divertidos…” É claro que havia pressão. Da mãe de George, por exemplo. “Minha mãe me deixa louco! Está sempre me telefonando, perguntando quando eu vou me casar.” E havia ainda Michelle Pfeiffer, com quem trabalhara em Um Dia Especial, que apostou dez mil dólares que ele se casaria antes de completar 40 anos. Nicole Kidman, que contraceno com ele em O Pacificador, de Mimi Leder, entrou no bolo apostando mais 10 mil dólares. E é claro que, quando 2001 chegou e George completopu 40 anos, as duas perderam a aposta. “Ganhei a aposta e recolhi uma graninha”, ele nos imformou. Na verdade, ele devolveu os cheques com um bilhete: “Vamos tentar de novo quando eu fizer 50 anos.” Para nós, ele comentou: “O porquinho é meu relacionamento mais longo. Estamos juntos há 13 anos.” E quanto àquele famoso adágio, “o tempo está passando…”, Clooney não estava nem aí: “Tenho 40 anos mas meu cérebro é de 12 anos. Então isso não me preocupa.” E lá se foi ele, construindo uma carreira espetacular como ator, produtor, diretor, líder humanitário e vencedor de três Globos de Ouro (fora o Cecil B. deMille). E quando finalmente completou 50, ele estava ainda mais convicto em seu solteirice. “Minha vida é muito, muito feliz,” ele nos disse. “Tenho uma família maravilhosa. Eu olho para minha vida e vejo que tudo o que eu planejo dá errado. Então parei de fazer planos.” É claro que tido isso mudou. 19 anos e 25 entrevistas depois nós encontramos – seria possível? – um novo George Clooney, de aliança no dedo, um rosto sorridente e o nome “Amal” na ponta da língua. “Não há dúvida de que minha mulher (a advogada Amal Clooney, nascida Alamuddin ) é mais inteligente que eu e eu adoro!”, ele admitiu, radiante. “Nós jamais tivemos um desentendimento. Nos damos muito, muito bem.” Queremos saber mais sobre tudo isso, George – e em breve teremos duas oportunidades, quando você lançar seus mais novos projetos: Money Monster, dirigido por sua amiga Jodie Foster, e Hail Caesar, dos irmãos Coen, que aliás você mencionou pela primeira vez numa entrevista de 2001. Estamos sempre contentes quando você está feliz.